Almeida Júnior | Cachoeira em Votorantim | Quadro Reprodução | Poster

Compre réplica do quadro do artista Almeida Júnior Cachoeira em Votorantim.

 

Giclée é uma impressão de alta resolução que proporciona qualidade de museus e galerias, com tintas com durabilidade de 150 anos se conservada tirando pó com pano seco e sem incidência de umidade e luz solar. Essa técnica fine art consiste em reproduzir uma obra de arte com extrema qualidade, sensação 3D, a única diferença é que não existe o volume de tinta da pintura original.

 

Nossas gravura/pôsters são confeccionados em papel fotográfico de  gramatura 170g semi-brilho. E as telas decorativas em canvas são impressas em lona 100% algodão gramatura 400g que é  mesmo material que os artistas usam para pintar suas obras. É uma tendências que as pessoas estão procurando para decoração nos EUA e Europa por parecer uma pintura original.

 

Para quem deseja encher o lar de sofisticação e beleza, a dica da vez é este lindo Quadro Decorativo combina perfeitamente com todo tipo de decoração. 

Almeida Júnior | Cachoeira em Votorantim

R$ 90,00Preço
Material
Tamanho
  • A reprodução é entregue enrolada, sem acabamento dentro de um tubo para o cliente optar por painel ou emoldurá-la de acordo com a decoração.

     

  • José Ferraz de Almeida Júnior nasceu em Itu, São Paulo em 1850 e faleceu em Piracicaba, São Paulo no ano 1899.

    Foi um pintor que ingressou na Academia Imperial de Belas Artes , em 1869. Teve aulas de desenho com Jules Le Chevrel e de pintura com Victor Meirelles.
    Conclui os estudos em 1874, como não concorreu ao prêmio de viagem e retornou a Itu.

    Abriu o ateliê em 1875 e atuava como retratista e professor de desenho.

    Realizou na última década de sua vida o conjunto de telas de temática regionalista que conquistou lugar na história da arte brasileira.

    Em pinturas como Caipira Picando Fumo (1893), Amolação Interrompida (1894), O Violeiro (1899) revelou a admiração por pintores não-acadêmicos, mas de grande importância na França do século XIX.

    Aproxima do realista ao cotidiano do homem do interior sem fórmulas da pintura acadêmica.

    Não hesitou em retratar o caipira em seu ambiente pobre e simples, em sua vida calma e triste, sem nunca ridicularizá-lo ou transformá-lo em personagem pitoresco.

     Almeida Júnior não abandonou as lições de desenho e composição geométrica de sua formação acadêmica.

    Seus quadros caipiras e sua pintura de gênero, em geral com cenas do cotidiano burguês (Leitura, de 1892) são bem aceitos pela burguesia empenhada na construção de uma imagem e história para si mesma, a história do povo paulista. 

Os valores sofrem alterações devido ao material e tamanho

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